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Corais vivem mais de 4.000 anos |
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Por Administrator
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21 de fevereiro de 2010 |
Espécies são encontradas nas profundezas do Pacífico,
perto do Havaí. Criaturas têm crescimento muito vagaroso, de
acordo com estudo.
O coral Gerardia (que pode ser visto na foto acima) pode ser encontrado
a profundidades que vão de 300 m a 500 m em águas havaianas.
Esses invertebrados usam protuberâncias do solo marinho para se fixar
e crescer.
Datações impressionantes feitas por pesquisadores americanos
mostram que eles têm 4.265 anos e 2.742 anos, respectivamente. Estão,
portanto, entre os seres vivos mais antigos da Terra. Ao realizar datações
por carbono-14, semelhantes às que servem para estimar a idade de
fósseis, os pesquisadores chegaram às idades inacreditáveis
citadas acima.
Os corais são organismos coloniais, ou seja, vários "indivíduos" se
juntam num só corpo e crescem juntos, dividindo funções
como captura de alimento e excreção. Ao que parece, enquanto
partes desses superorganismos vão morrendo, outras crescem no lugar,
chegando há vários milênios de existência contínua
num único "corpo".
Segundo os pesquisadores, não é incomum que animais de regiões
muito profundas tenham crescimento lento e grande longevidade, mas o caso
dos corais é fora de série.
É
praticamente certo que eles sejam os organismos coloniais mais antigos da
Terra. Como eles são explorados para fazer jóias, os cientistas
alertam que isso pode levar ao extermínio das espécies, uma
vez que elas crescem muitíssimo devagar.
Fonte: Projeto Biomar (19.02.10)
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