Campo Grande (MS) - O governador André Puccinelli
realizou uma reunião, hoje (21), pela manhã, com o arquiteto
Ruy Ohtake e o oceanógrafo Hugo Gallo, juntamente com os secretários
Carlos Alberto Negreiros e Edson Giroto, para detalhamento do projeto de
construção do Aquário do Pantanal.
Considerado o maior aquário do Brasil, o Aquário do Pantanal
pretende abrigar 263 espécies de peixes, entre elas espécies
pantaneiras de escama e couro. “A intenção é que
façamos, com o Aquário do Pantanal, a divulgação
do Pantanal sul-mato-grossense, que corresponde a 63% de todo o bioma pantaneiro” afirmou
o governador André Puccinelli. André aprovou o projeto e afirmou
ser uma das obras mais importantes de Mato Grosso do Sul.
Ruy Ohtake, arquiteto responsável pelo projeto, acredita que o Aquário
será o centro turístico de Mato Grosso do Sul. “As pessoas
virão ao Mato Grosso do Sul para ver o aquário. Será uma
referência para o Pantanal, onde terá um banco de dados para
estudos científicos, com laboratórios e biblioteca, e servirá para
formação de teses. Também atenderá aos alunos
das escolas. Para o turismo, será o maior local de visitação
do Centro-Oeste, com capacidade para receber 20 mil visitantes por dia” afirmou
Ohtake.
O complexo Aquário do Pantanal, que será construído
no Parque das Ações Indígenas, com entrada pela Avenida
Afonso Pena, terá uma área de 10 mil m2, abrangendo aquários,
laboratório, biblioteca e um espelho d’água na parte
externa onde ficarão jacarés e plantas típicas da flora
pantaneira. O projeto entrará em fase de detalhamento técnico
e descritivo, para posterior licitação. Após assinada
a ordem de serviço, a estimativa é que o Aquário fique
pronto em 18 meses.
“O Aquário do Pantanal se construirá numa referência
significativa não só para Campo Grande, mas para o Estado e
região. A previsão de afluxo de visitantes é otimista.
Será um ponto educativo de muita qualidade, abrindo o Pantanal para
o conhecimento dos visitantes em geral e aos estudantes de todos os níveis”,
destacou Ruy Ohtake.
O Aquário deverá aumentar significativamente o afluxo de turistas,
beneficiando também o setor hoteleiro, transportes aéreos e
afins. “A edificação abrangerá a acessibilidade
para todos os setores. A construção será uma manutenção
para os aspectos da sustentabilidade, como o reuso adequado da água,
redução do consumo de energia, além de outros requisitos” afirmou
Ohtake.
Fonte: Pantanal News (21.01.10)
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